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O teu cesto está vazio

Não mostramos mais rostos na Pablosky

Que as crianças continuem a ser protagonistas das suas aventuras. Não das nossas campanhas.

Na Pablosky, há mais de 50 anos que cuidamos dos pés dos mais pequenos. Mas os tempos mudaram e cuidar significa fazer novas perguntas: como podemos proteger a sua infância também no mundo digital? Hoje, uma imagem pode circular, ser guardada e permanecer acessível muito depois do momento em que foi partilhada.

É por isso que nasce o Compromisso Pablosky, uma decisão da marca de deixar de mostrar rostos identificáveis de menores em todas as nossas comunicações e representar a infância através das brincadeiras, do movimento e da vida real.

Muda a nossa forma de olhar. Muda a nossa forma de cuidar.

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O que significa cuidar hoje?

Para a Pablosky, significa representar a infância sem comprometer a privacidade das crianças. Enquanto marca, e enquanto pais e mães, acreditamos que protegê-la também implica mudar a nossa forma de fazer as coisas. Com este objetivo, assumimos uma comunicação mais consciente, respeitosa e responsável.

Este é o nosso compromisso.

  • Proteção
  • Critério
  • Responsabilidade

Porquê agora?

O contexto mudou e os nossos critérios também tinham de mudar

Estamos habituados a ver imagens de crianças como parte natural da comunicação dirigida às famílias. Mas hoje a realidade é muito diferente. A evolução das redes sociais, o avanço da inteligência artificial e as novas formas de utilização do meio digital obrigam-nos a tratar a imagem das crianças com mais cautela. E as marcas têm um papel fundamental.

Por isso, na Pablosky decidimos passar à ação, questionando a forma como representamos a infância e começando pelo que podemos controlar: a nossa própria comunicação.

  1. Antes

    As imagens eram partilhadas com naturalidade.

  2. Agora

    Circulam, permanecem e podem surgir noutros contextos.

  3. Daqui para a frente

    Não mostramos mais rostos na Pablosky

Mesmo sem rostos, há emoção

Com este compromisso, a Pablosky muda a sua forma de olhar. As crianças continuarão a ser as protagonistas, mas a emoção não dependerá dos seus rostos, e sim das suas histórias, dos seus sapatos, do movimento e das verdades da vida de quem as cria.

01

Campanhas e canais próprios

Deixaremos de mostrar rostos identificáveis de menores nas nossas campanhas, no site, nas redes sociais, nas newsletters e noutros materiais da marca.

02

Novo código visual

A criatividade é a nossa aliada para encontrar novos enquadramentos e recursos que nos ajudem a mostrar a infância de uma forma mais consciente e anónima.

03

Compromisso em evolução

Iremos rever e adaptar o nosso compromisso à evolução do contexto, do debate público e das recomendações dos especialistas que nos acompanham.

O que permanece?

A infância. No centro.

Continuaremos a mostrar a infância como sempre a entendemos: ativa, real, livre, quotidiana, imperfeita e cheia de momentos importantes.

Comprometemo-nos a proteger aquilo que pertence a cada criança: a sua identidade.

As crianças continuam a ser protagonistas.
O seu rosto, não.

Um compromisso em que não estamos sozinhos

Na Pablosky, sempre estivemos atentos às preocupações das famílias. E, para respondermos da melhor forma, rodeámo-nos de quem mais sabe.

Neste novo compromisso, avançamos com o apoio dos conhecimentos de profissionais especializados, que nos ajudam a continuar a aprender e a agir com responsabilidade.

Não queremos dar lições a ninguém. Esta é uma decisão sobre a forma como a Pablosky quer agir daqui para a frente. Se as crianças estão no centro da nossa marca, também devem estar no centro das nossas decisões.»
Eva Martín-CaroDiretora-geral da Pablosky
O problema de uma fotografia já não é apenas quem a pode ver, mas tudo o que pode ser feito com ela."
Eduard BlasiAdvogado especializado em direito digital, privacidade e inteligência artificial
Na internet, uma imagem de uma criança nunca é apenas uma imagem. Protegê-la começa por reduzir a sua exposição.”  
María AperadorCEO da BeValk, criminóloga especializada em cibersegurança

Uma preocupação partilhada: o que dizem as famílias

Quando dizemos que ouvimos, ouvimos mesmo. Por isso, na Pablosky promovemos um estudo em que participam mais de 1.000 famílias em Espanha com filhos menores de idade, para compreender como encaram hoje a privacidade das crianças no ambiente digital. Os resultados mostram uma sensibilidade crescente perante a circulação de imagens de menores, a perda de controlo sobre o que é partilhado e o impacto da inteligência artificial.

91%

Considera que partilhar imagens de menores pode afetar a sua privacidade no futuro, mesmo quando isso é feito com boas intenções.

87%

Afirma que a inteligência artificial mudou a sua perceção do risco de partilhar imagens de menores.

85%

Considera que nós, adultos, estamos a criar uma identidade digital para os menores antes de eles poderem decidir sobre ela.

92%

Interpreta a decisão de uma marca infantil de não mostrar rostos identificáveis como um sinal de proteção, responsabilidade ou prudência.

Fonte: estudo da TOLUNA para a Pablosky / amostra: 1.126 mães e pais em Espanha com filhos dos 0 aos 13 anos.

Perguntas frequentes

Porque é que a Pablosky toma esta decisão?

Porque o contexto mudou. Hoje, as imagens de menores podem circular, ser guardadas e reutilizadas de formas que antes não existiam.

A Pablosky vai deixar de mostrar crianças?

Não. As crianças continuarão a fazer parte do universo Pablosky. O que muda é a forma de as mostrar.

O que significa «rostos identificáveis»?

Imagens em que o rosto da criança permite reconhecê-la claramente. O novo padrão dá prioridade a recursos visuais em que a identidade não esteja no centro.

Qual é o novo padrão visual da Pablosky?

Não deixamos de mostrar a infância. Mudamos a forma de a proteger.

Mostraremos

  • Meninos e meninas em movimento.
  • Brincadeiras, passos e vida quotidiana.
  • Mãos, pés, costas e gestos naturais.
  • Produto em contexto real.
  • Infância presente, identidade protegida.

Evitaremos

  • Rostos identificáveis de menores.
  • Retratos de frente como recurso principal.
  • Imagens centradas no rosto das crianças.
  • Conteúdos que revelem a sua identidade.
  • Utilizações de imagens que comprometam a sua privacidade.
A marca continuará a trabalhar com modelos infantis?

Sim. A Pablosky continuará a trabalhar com crianças nas suas produções, aplicando um novo critério visual.

Será utilizada inteligência artificial para substituir crianças?

Não. O compromisso não passa por substituir crianças reais por inteligência artificial, mas por representar a infância de forma consciente e responsável.

O que acontecerá às imagens anteriores?

A Pablosky irá rever os seus canais e materiais próprios. Aos parceiros externos, disponibilizará novos materiais e recomendações para acompanhar a transição.

É uma campanha ou um compromisso da marca?

É um compromisso da marca. Não é uma ação pontual nem uma campanha temporária.

Como vão garantir que todos os canais físicos, pontos de venda e franchisados cumprem o compromisso?

Na Pablosky, vamos acompanhar todos os nossos parceiros, clientes e amigos nesta nova identidade visual. Nos próximos meses, iremos implementar gradualmente esta mudança junto dos nossos colaboradores externos.

Continuamos a acompanhar cada passo

Há mais de cinco décadas que nos dedicamos a cuidar dos pés dos mais pequenos, mas agora comprometemo-nos também a proteger tudo aquilo que torna a sua infância especial.

Temos a certeza de que continuaremos a criar a mesma ligação emocional, mas, desta vez, com os olhos postos nos seus pés.

Porque esta é a nossa aventura.Somos mães e pais.E fazemos sapatos.

  • Isto também é crescer.
  • Isto também é cuidar.
  • Isto também é Pablosky.
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